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Meu perfil BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, ALTO DE PINHEIROS, Mulher, de 26 a 35 anos MSN - simonegomes_nasc@hotmail.com |

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Nossa, sinto-me eufórica ... já que ansiosa sou normalmente ...rs. Ahh!!! Como é bom se sentir assim... é uma alegria contagiante, um sentimento grande misturado com uma pitada de medo e curiosidade...Será que é ele ???? Será que é ela??? E completado..."não importa...o importante é que tenha saúde." Sem dúvida penso assim e todos os dias peço a Deus pela saúde do meu bbzinho. Mas a questão de qual será o sexo torna-se outra fixação, nem tanto da futura mamãe, mas de todos os demais ... É automático..."Você esta grávida!!!! QUAL O SEXO??" Por outro lado, tem o bolão ...tios/amigos dizendo que é um homenzinho, tias, primas, sobrinhas afirmando ser uma dama... Ai vem aquela outra pergunta para a futura mamãe E vc acha que é M ou F ??? Dizem que as futuras maes dãos seus palpites e acreditem ...a maioria erra..rs!!! Portanto hoje vou deixar o meu palpite sem a pretensão de acertar... Mas vai lá ... Eu acho que é um menininho....Será ????

Em busca de um teto
Uma vez fecundado, eu precisava de um lugar para me encostar, crescer e virar gente. Na trompa não havia espaço. Iniciei a jornada em busca de um teto no útero. "O óvulo demora entre três e quatro dias para chegar lá. Durante essa viagem, o desenvolvimento celular é absurdo", diz Eduardo Isfer, ginecologista e obstetra, especialista em medicina fetal do Laboratório Elkis e Furlanetto, de São Paulo. A cada 12 ou 15 horas minhas células se dividiam. Mais ou menos 60 horas depois da fecundação, eu já era um montinho de oito células. "Essa divisão ocorre, em média, até a 33a semana. Depois o feto passa a engordar. Entre as poucas células que não param de se multiplicar estão as do cérebro", diz o médico.
Bem, quando cheguei ao meu destino final, com 16 células, era um elemento geneticamente estranho à minha mãe. O sistema de defesa dela poderia desencadear um ataque. Significaria minha expulsão. Mas, enquanto eu estava a caminho, mamãe, sempre tão prestativa, enviou mensagens ao cérebro, que as retransmitiu ao útero: "Ninguém toca neste intruso! Ele é do bem". Todo mundo ficou quietinho. Eu era bem-vindo... e abusado. Fui logo liberando uma substância de nome difícil, a gonadotrofina coriônica (HCG), aquela que provoca enjôos, náuseas e vômitos nas grávidas. A secretária Renata Oliveira Pereira, na oitava semana de gestação, ainda sofre com o HCG. "Às vezes estou com fome, mas só de pensar na comida já vem aquela náusea", conta. Como porta-voz dos bebês, sinto muito, mas isso vai durar umas quatro semanas até que esse HCG se estabilize. Minha mãe, além de náuseas, ficou com os seios maiores, como os da comerciante Rachel Lima, grávida de 17 semanas. "Foi o principal sintoma do início da gravidez. Depois, tive também azia, que só parou no fim do segundo mês", lembra. Há outros sintomas, como sono e indisposição. "Nem todas as grávidas sentem as mesmas coisas. Depende de cada organismo. Raro é não sentir nada", diz o ginecologista Isfer.
Depois de buscar um teto, eu precisava de um cantinho aconchegante para me aninhar. Enquanto procurava, minhas células se multiplicaram. Já eram mais de 100 e eu com apenas 6 dias! Algumas iriam dar origem ao cordão umbilical, outras à placenta e o restante tudo meu. No terceiro e último dia de busca (era o sétimo após a fecundação), cavei um buraco minúsculo no útero da mamãe. Grudei ali, e as coisas foram se organizando. A placenta começou a se desenvolver. Ela fazia as vezes de pulmão e rim para mim, além de me alimentar. Assim acabei promovido a embrião. Perdi o aspecto de bola e fiquei comprido como uma vagem. Já estava envolto numa bolsa d'água e pendurado por um cordão em formação. Com 3 semanas, parecia um camarão, dos pequenos. Mas mudava rápido. Uma semana depois, no final do primeiro mês, esboços de outros órgãos surgiam. O coração, por exemplo, era um calombo que já pulsava. O útero da mamãe ganhou o tamanho de uma laranja. A placenta ficou prontinha por volta da 12ª semana e, a partir daí, só cresceu junto comigo. Essa "amiga do peito", na 38ª semana, era um disco esponjoso de 20 centímetros de diâmetro e pesava mais ou menos 600 gramas.
Com 5 semanas e meia, eu era uma semente de maçã, com cérebro, espinha e sistema nervoso. Tudo simples, porém honesto. Meus sistemas digestivo e urinário surgiam. Só meu visual não melhorava. Nem minha mãe me acharia lindinho com olhos onde deveriam estar as orelhas, nariz e boca numa coisa só, dando-me um ar de porquinho. Mas tudo acontecia tão rápido que em dois dias minha feição estava, digamos, melhorzinha. Os olhos, selados, "caminhavam" para a parte da frente do que seria a minha face. A boca adquiriu lábios finos. Mas as narinas, ai, ai, ai. Pareciam um pé de pato. E a cabeça? Enoooorme! Correspondia a um terço do meu tamanho. Os tecidos para formar os dentes começaram a aparecer. Eu, minhonzinho ainda, com 6 semanas, só flutuava leve e solto no líquido amniótico. Santo líquido, produzido pelas membranas da bolsa em que vivo. Ele me protege de batidas e me ajuda nos movimentos, tornando-os mais suaves. "Contribui no desenvolvimento do sistema gastrointestinal porque o bebê engole o líquido e faz xixi", acrescenta o ginecologista Isfer. A partir da 17a semana, eu começo a interferir na produção do líquido amniótico. "Com 20 semanas, cerca de 66% do volume vem do xixi do feto", diz o médico. Não, não é tão ruim quanto pode parecer.
Hoje fui ao médico, mas um parto normal me impossibilitou se ser atendida. Graças a Deus eu e o Baby estamos bem. O sono me consome como os enjôos, uns dias mais outros menos... Meu humor é inconstante o que chega a incomodar a mim e as pessoas que me cercam, mesmo havendo compreensão , sinto me uma chata... tem vezes que me pego bastante deprimida sem motivo algum, dá uma vontade louca de chorar, chorar e chorar. Outras vezes com vontade de ficar deitada sem me mexer e sem falar com ninguém, para em outro momento sentir uma vontade de rir feito louca e de falar pelos cotovelos. Ah esses hormônios, estão me deixando maluquinha!!!!A barriga ainda esta pequena, dá pra ver um pouquinho, pelo menos eu vejo. As roupas já estão ficando apertadas, e o seios parecem o de Pamela Anderson, sem exagero até os 9 meses estarão iguais...rs. O olfato parece de um animal, sensível ao extremo sinto o cheiro de tudo. Tenho vontades de nunca imaginei ter, por exemplo ontem comi laranja com azeite, vinagre e sal ... meus Deus eu estou louca!!! Mas confesso que na hora isso foi tudo de bom ... nem uma lagosta seria tão bem vinda.Sobre as datas... pois bem.. pelas contas da minha ultima mens o baby estaria chegando dia 10/02, entretanto com base no ultimo ultrasson a DPP é para dia 20/02/07 .. já completamos 8 semanas e 3 dias... só faltam 32 rs.

Espero um filho
Fruto de um sonho
E de um ato de amor,
Ele será luz para o mundo.
Todos contemplarão em seus olhos
E em seus gestos uma paixão
Infinita pela vida.
Trará consigo um imenso poder
De sonhar e acreditar na utopia.
Distribuirá a todos, sementes de paz
E com as mãos erguerá a terra
Em direção do sol e da chuva
Para que deles bebam o calor e o frescor
Da imensidão.
Será belo, meu filho.
E a beleza trará no nome.
E seu nome se repetirá nas bocas
De cada homem e cada mulher
E nas risadas das crianças.
Será sábia e ensinará a todos
O valor da inocência e da simplicidade.
Espero um filho.
Será ele a eternização
De mim e de seu pai e de seus avós
E carregará no coração
A dignidade herdada da família
E o exemplo de seus anteriores.
Que ele não seja o que fui.
Que ele seja sempre mais do que sou.
Que ele conquiste o tudo que não consegui.
Que ele viva para seus sonhos
E com sua esperança dê vida a mil outros...
Na multidão
Minha vidinha começou 14 ou 15 dias depois da última menstruação da mamãe, quando uns 300 milhões de espermatozóides do meu pai viajaram dentro dela com uma missão. Nadando feito loucos, estavam atrás do óvulo na trompa. Parte dessa multidão dançou logo: acabou grudada em entranhas. Os outros acharam o alvo cerca de duas horas depois, atraídos por pistas químicas liberadas por ele. A distância era longa - mais ou menos 18 centímetros entre a vagina e a trompa. Se parece curta, para esses competidores, que medem cerca de 0,05 milímetro, é longe demais. E eles nadam rápido - de 2 a 3 milímetros por minuto. Então a galera corria e o óvulo estava lá, flanando na trompa, à espera dos visitantes. Transparente e gigantesco! Por volta de 85 mil vezes maior que um espermatozóide. Muuuito grande, cara! Mas tamanho não é documento para o "superespermatozóide", com sua capa-cauda. Ele tem o poder da fecundação! É um super-herói. Não vacila diante da acidez hostil do útero da mamãe nem se intimida com o tamanho descomunal do óvulo. Consegue penetrá-lo, alcança o centro dele e ali se mistura ao núcleo para dar origem a um ovozito. Bonitinho o nome, não?
Dessa façanha nascem duas células: eu e meus penduricalhos (placenta, membranas da bolsa e cordão). O campeão que deu conta dela é recompensado: determina a cor dos meus olhos, da pele e dos cabelos. E também o meu sexo. Ah, não vou contar qual é, não. O serviço é ultrapersonalizado. A chance de meus pais gerarem outro bebê igualzinho a mim é de uma em 70 bilhões. "Cada gameta (espermatozóide e óvulo) vem com uma informação diferente. É quase impossível um ser igual a outro", diz a química Maricilda Palandi Mello, coordenadora do Laboratório de Genética Molecular e Humana da Unicamp.
| Fotos: Reprodução | |
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| A placenta e a pele que se fecha sobre o cérebro (à dir.) | |